Como um ato de benevolência, a barbaridade deve ser espontânea, inesperada e realizada sem outro propósito. Um vampiro não "se descontrola", ele sabe exatamente o que faz e porquê o faz. Quando o ato termina, ele pode muito bem se arrepender, sentir-se miserável por algum tempo ou meditar sobre o motivo de ter feito aquilo e como se sentiu. Talvez ele o considere tão iluminador que o faça novamente.
- Vampiros do Oriente |
É um campo de batalha invisível onde o véu entre os mundos está rasgando. O trono vazio do Príncipe é o menor dos nossos problemas quando as engrenagens da realidade começam a ranger. Nesta premissa, a Máscara é a única coisa que impede que o mundo descubra que os pesadelos são reais. Mas as sombras estão ficando povoadas demais: Nas fronteiras da cidade e nos parques industriais, a fúria da natureza ruge. Eles não querem seu território; eles querem seu pescoço.
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