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.𑣿 : Alleine Zu 𝘡𝘸𝘦𝘪𝘵, (𝟏𝟗𝟑𝟗) — Der Krieg.


   "O AR cinzento e fino, a tarde lívida e seca, nenhum aceno na distância, a vida parada, o mundo ausente, assim. As histórias tinham os braços caídos e os lábios entreabertos, a mansa expectativa das coisas que é inevitável aconteçam, vindo de dentro para fora, num movimento vagaroso e sem reflexão, como o desdobrar-se duma peça de seda para o enxoval duma noiva cujo amado, ela não sabe, morrerá amanhã. Ao mesmo tempo tudo se inclinava, perdido o prumo, para a boca vazia duma cisterna, inexorável e paciente na sua espera. Não havia vagalumes nem som.
   Todo o peso da imobilidade do mundo se concentrava entre eles, por isso as palavras soavam falsas e os gestos não tinham razão de ser.
A vida perdera num minuto a sua naturalidade: eram ambos como pássaros já mortos fingindo numa gaiolae tudo em torno os espreitava e descobria o seu mistério. Havia olhos e temor em cada objeto voltado para a paisagem das suas almas desnudas.
   Olhos não ansiosos, mas aguardando que a fatalidade se cumprisse.
   Não apenas a carne vê, e tudo lhes dizia naquele momento que assim era.
   Ele receava mover-se: qualquer gesto seria como uma intenção que descobrisse, um compromisso com quanto o cercava.
   Ela cheia de pudor, apertou a gola do vestido, erguendo os olhos para fugir à visão quente dos seios que se entremostraavam."